Embaixadores do AECPES

 

António Câmara

 

 

 

 

 

 

António Câmara
Engenheiro e Professor

Licenciou-se em Engenharia Civil no Instituto Superior Técnico em 1977. O PhD em Engenharia de Sistemas Ambientais foi conferido por Virginia Tech em 1982. Recebeu o título de Agregado pela Universidade Nova de Lisboa em 1992. Foi Post-Doctoral Associate no Massachusetts Institute of Technology (MIT) em 1983, Visiting Associate Professor em Virginia Tech e Cornell University em 1988-89, e Visiting Professor no MIT em 1998-99.
 
António Câmara é actualmente Professor Catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Orientou vinte e cinco doutoramentos e trinta e cinco mestrados no âmbito de projectos de investigação na área da informação geográfica. Tem mais de cento e cinquenta publicações internacionais, em que se destaca o livro Environmental Systems, publicado pela Oxford University Press em 2002.
 
Liderou três dezenas de projectos de investigação científica financiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, National Science Foundation, NATO, e União Europeia. Foi orador convidado em mais de quarenta conferências internacionais e proferiu cerca de trinta seminários promovidos pelo MIT, Harvard, Cornell, Johns Hopkins, Georgia Tech, Imperial College, Royal Institute of Stockholm, Aachen, e Pompeu Fabra, entre outras universidades.
 
Foi Consultor Sénior do Parque Expo98 (1993-98) e do Sistema Nacional de Informação Geográfica (1986-2000). Colaborou também com a empresa holandesa Geodan (1993- 2000). Em 2006 foi distinguido com o Prémio Pessoa.
 
António Câmara fundou a YDreams em Junho de 2000. Ocupa o cargo de “Chief Executive Officer” da empresa desde o seu início. A YDreams dedica-se a aplicações de computação de proximidade e actua globalmente nas áreas do entretenimento, “advertising”, educação e cultura, e ambiente e qualidade de vida. Clientes da empresa incluem a NOKIA, Vodafone, Adidas, Portugal Telecom e China Mobile. A firma obteve prémios conferidos pela Motorola, Business Week e NOKIA. Os seus projectos têm sido tema de reportagens em todos os principais Media portugueses, na CNN, Euro News, TVE, CNBC Europe, New York Times, Business Week, Wired, El País, Libération, Guardian e La Stampa.

 

 


 

 

Boss AC

 

 

 

 

 

 

Boss AC (Ângelo César)
Cantor

Herdando a paixão pela música de sua mãe, Ana Firmino, um dos grandes talentos do canto cabo verdiano, Boss AC cedo revelou o seu invulgar talento. O primeiro registo discográfico remonta ao ano de 1994, com a sua participação em “Rapública”, compilação que reunia a nata dos então rappers nacionais e que revelou nomes como Black Company, Zona Dread ou Líderes da Nova Mensagem. O álbum de estreia, “Mandachuva”, de 1998, gravado nos Estados Unidos, com a ajuda de Troy Hightower, um dos mais requisitados misturadores de Hip Hop dos EUA.
 
Nos anos que se seguiram viveu experiências diversas – produziu, promoveu espectáculos e edições discográficas, compôs música para televisão (“Masterplan” e “Último Beijo”) e cinema (“Zona J” e “Lena”) e teve ainda tempo para participar em trabalhos de alguns dos maiores vultos da música nacional – como Xutos & Pontapés ou Santos e Pecadores, entre outros.
 
O seu segundo álbum de originais, de 2002, “Rimar Contra a Maré” – inteiramente gravado, produzido e misturado pelo próprio autor. Incansável na busca de novos desafios à sua capacidade criativa, Boss AC continua a embarcar em mais algumas surpreendentes aventuras, nomeadamente reforçando o seu papel de produtor. E de aventura em aventura, chega 2005, “Ritmo, Amor e Palavras” e a consolidação de um sucesso anunciado. Se 2005 foi o ano em que Portugal se abriu para o Hip Hop, confirmando-o enquanto nova orientação cultural das gerações emergentes, foi também o ano de Boss AC. A materialização do sucesso começou com a edição de “Ritmo, Amor e Palavras”, que reúne uma impressionante galeria de colaboradores dos mais diversos quadrantes, onde se destacam figuras como Pos (Plugwon) dos americanos De La Soul, Da Weasel, Sam The Kid e Pedro Aires Magalhães, entre muitos outros.
 
Em 2007, a convite da Universal Music Portugal, participou no disco de um dos maiores Rappers Norte-Americanos: Akon. Na edição portuguesa do disco “Konvicted”, o tema “I Wanna Love You”, que na versão original contava com a participação de Snoop Dogg, contou com a participação de Boss AC, que para o efeito escreveu e interpretou um nova letra. Tal como nos Estados Unidos, “I Wanna Love You” foi um dos primeiros singles extraídos do disco e teve enorme aceitação por parte do público e muito air play. Também nesse ano, a Sociedade Portuguesa de Autores distinguiu Boss AC com o galardão de “Autor Jovem do Ano”.
 
No final de 2008 foi possível ouvir nas rádios o tema “Alguém me ouviu (Mantém-te firme)”. Incluído no disco “Preto no Branco” esta música, que contou com a participação de Mariza, foi o single do disco “UPA – Unidos Para Ajudar”. Um disco de duetos originais de artistas portugueses e que serviu para uma campanha de acção social.
 
Site oficial:     www.bossac.com

 

 


 

 

Fernanda Freitas

 

 

 

 

 

 

Fernanda Freitas
Jornalista

Rádio
• 1987 / 88 – Rádio Prisma;
• 1988 / 91 – Rádio Press;
• 1996 / 99 – Rádio Paris Lisboa.
 
Televisão
• 1992 – “Outras Margens” sextas-feiras, RTP 2;
• 1999 – Autoria, produção e apresentação de “Central Urbana” - diário, CNL;
• 2000 – Apresentação do programa “Entre Nós”, Universidade Aberta, RTP Internacional e RTP 2;
• 2001 – Produção e coordenação de conteúdos para o CANAL 21 da TV cabo, onde apresenta o programa diário “21 à conversa”;
• 2002 – Apresentação "Às 2 por 3"
• 2005 – Coordenação e apresentação de "Causas Comuns", : 2;
• 2007 – Apresentação "Mudar de Vida" RTP 1 sábados; "Mais Europa" RTP N domingos;
• 2008 – Apresentação "Futuro Comum" RTP N;
• Actualmente e desde 2006 – Coordenação e apresentação de "Sociedade Civil" RTP 2;
 
Autora do livro "Sem Medo, Maria" - ed. Caderno. Colaboradora em vários meios de imprensa. Integra o Fórum de Educação para a Cidadania. Integra a Plataforma dos Direitos da Criança.

 

 


 

 

Isabel Mota

 

 

 

 

 

 

Isabel Mota
Administradora

Licenciada em Finanças, pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (Lisboa), leccionou, como Assistente, no Instituto Superior de Economia.
 
Foi sub-directora geral do Gabinete para a Cooperação Económica Externa, responsável pela representação de Portugal em organizações multilaterais (Banco Mundial, Banco Europeu de Investimentos, Banco Africano de Desenvolvimento, Banco Interamericano de Desenvolvimento), assessora da Direcção-Geral do Tesouro do Ministério das Finanças e Conselheira na Representação Permanente de Portugal, em Bruxelas.
 
Integrou os XI e XII Governos Constitucionais, como Secretária de Estado do Planeamento e do Desenvolvimento Regional, com responsabilidade nas negociações com a União Europeia dos Fundos Estruturais e de Coesão para Portugal (1987-1995).
 
Foi directora do Serviço de Orçamento, Planeamento e Controlo da Fundação Calouste Gulbenkian (1996-1998), de que é administradora, desde 1999. Foi ainda consultora do Banco Mundial, administradora do Instituto para a Formação de Executivos da Universidade Nova de Lisboa e membro do Conselho Geral da Vodafone. Foi membro da Comissão Estratégica dos Oceanos e coordenou a elaboração da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Sustentável (2004). É ainda membro do Conselho Consultivo do jornal Público e curadora da Fundação da Batalha de Aljubarrota.
 
Foi distinguida com o Prémio Mulher Empresária Dona Antónia Ferreira e com a Grã-Cruz Ordem do Infante D. Henrique.

 

 


 

 

Lídia Jorge

 

 

 

 

 

 

Lídia Jorge
Escritora

Lídia Jorge nasceu em Boliqueime, Algarve, em 1946. Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, tendo sido professora do Ensino Secundário. Foi nessa condição que passou alguns anos decisivos em Angola e Moçambique, durante o último período da Guerra Colonial. A publicação do seu primeiro romance,

O Dia dos Prodígios (1980) constituiu um acontecimento num período em que se inaugurava uma nova fase da Literatura Portuguesa. Seguiram-se os romances O Cais das Merendas (1982) e Notícia da Cidade Silvestre (1984), ambos distinguidos com o Prémio Literário Cidade de Lisboa. Mas foi com A Costa dos Murmúrios (1988), livro que reflecte a experiência colonial passada em África, que a autora confirmou o seu destacado lugar no panorama das Letras portuguesas. Entre outros romances, conta-se O Vale da Paixão (1998) galardoado com o Prémio Dom Dinis da Fundação da Casa de Mateus, o Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa, o Prémio Máxima de Literatura, o Prémio de Ficção do P.E.N. Clube, e em 2000, o Prémio Jean Monet de Literatura Europeia, Escritor Europeu do Ano. Passados quatro anos, Lídia Jorge publicou O Vento Assobiando nas Gruas (2002), romance que mereceu o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores e o Prémio Correntes d’Escritas.
 
A autora publicou ainda duas antologias de contos, Marido e Outros Contos (1997) e O Belo Adormecido (2003), para além das publicações separadas de A Instrumentalina (1992) e O Conto do Nadador (1992). A peça de teatro A Maçon foi levada à cena no Teatro Nacional Dona Maria II, em 1997. O romance A Costa dos Murmúrios foi recentemente adaptado ao Cinema por Margarida Cardoso. Os romances de Lídia Jorge encontram-se traduzidos em diversas línguas. Em 2006, a autora foi distinguida na Alemanha, com a primeira edição do Albatroz, Prémio Internacional de Literatura da Fundação Günter Grass, atribuído pelo conjunto da sua obra. Combateremos a Sombra, apresentado no dia 22 de Março, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, é o seu mais recente romance, e o Grande Prémio SPA-Millennium a sua mais recente distinção.
 
Site oficial:     www.lidiajorge.com
 

 


 

 

Foto

 

 

 

 

 

 

Miguel Guilherme
Actor
 
Formou-se como actor no Teatro da Comuna e aí interpretou peças de autores como Bertolt Brecht, António José da Silva - o Judeu, Hélder Costa, entre outros, sendo O Dragão de Eugeni Schwartz, encenado por João Mota a sua interpretação mais significativa. Nos anos seguintes trabalha com João Lourenço, no Teatro Aberto e Mário Feliciano, no Teatro São Luiz. Em 1987, inicia uma colaboração regular com o Teatro da Cornucópia, sob a direcção de Luís Miguel Cintra. Trabalhou ainda com José Wallenstein, Fernanda Lapa, Adriano Luz, António Pires, Ricardo Pais e António Feio. Representou Shakespeare, Samuel Beckett, Botho Strauss, Edward Bond, Pirandello, entre muitos outros.
 
Como encenador, estreou-se em Perversões de David Mamet, ao lado de José Pedro Gomes (Clube Estefânea). A esta primeira experiência, seguem-se Desastres a partir de Ionesco, Samuel Beckett e Philip Dick (Teatro da Cornucópia); À Espera de Godot, de Samuel Beckett (Comuna - Teatro de Pesquisa); Vai Ver Se Chove, baseado em Georges Courteline (Teatro da Cornucópia).
 
Para a televisão teve participações em telefilmes de Paulo Rocha, Luís Filipe Costa e Edgar Pêra; trabalhou com Herman José em Humor de Perdição (1987), Herman Enciclopédia (1997) e Herman 98/99 (1998/99); integrou o elenco de séries como Conta-me como Foi (RTP - 2007,2008 e 2009), Bocage de Fernando Vendrell que protagonizou (RTP - 2005/06), [Fura Vidas] 99/2000(Sic) ou Sai da Minha Vida de João Canijo (SIC - 1996).
 
No cinema salienta como um dos seus primeiros trabalhos Filha da Mãe, de João Canijo, em 1990. No mesmo ano trabalha com Manoel de Oliveira em Non ou a Vã Glória de Mandar, realizador que também o dirige noutros títulos - A Divina Comédia que protagonizou (1991), Vale Abraão (1993), A Caixa (1994), Palavra e Utopia (2000) e O Quinto Império - Ontem Como Hoje (2004). Trabalhou ainda em filmes de Jorge Silva Melo, Fernando Lopes (1993 - O Fio do Horizonte, 2002 - O Delfim e 2004 - Lá Fora), José Fonseca e Costa (1996 - Cinco Dias, Cinco Noites e 2003 - O Fascínio), António Pedro Vasconcelos, Jorge Cramez, Solveig Nordlund (2002 - Aparelho Voador a Baixa Altitude), Fernando Matos Silva, Paulo Rocha, Manuel Mozos (1999 -.Quando Troveja), entre outros, sendo Alice, de Marco Martins (2005) a sua mais recente participação. Representou ao lado de Glenn Close em The House of Spirits (1993).

 

 


 

 

Paula Varela dos Reis 

 

 

 

 

 

Paula Varela dos Reis
Consultora de viagens
 
Consultora de viagens – Accessible Portugal – agência de viagens especializada para pessoas com mobilidade reduzida. Voluntária na Universidade Sénior – como professora de Francês.
Voluntária na Fundação Liga – Departamento Relações Públicas, no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, com o projecto “Acessibilidades nas conversas”, na Livraria Bullosa, como moderadora de um clube de leitura.
 
Voluntária na ludoteca do Hospital Dona Estefânia, na ajuda de Mãe, na luta contra o cancro, na câmara do Montijo, como formadora de voluntários. Voluntária no banco de voluntariado da Freguesia de Linda-a-Velha. Voluntária em diversas escolas da área de Miraflores e Linda-a-Velha. Palestrante em diferentes Escolas de Enfermagem, no âmbito da deficiência Colaboradora do Programa Consigo – RTP2.
 
Curso de guia intérprete (ISLA). Reformada de Assistente de Bordo da Companhia TAP Air Portugal.

  

 


 

 

Sandra Barata Belo 

 

 

 

 

 

Sandra Barata Belo
Actriz
 
Estudou na escola Chapitô, em Lisboa, tendo ainda formação acrescida em vários outros cursos, e trabalhou com as companhias teatrais Útero, O Bando e no próprio Chapitô. Em 2001 licenciou-se em Animação Sociocultural, na Escola Superior de Educação Jean Piaget.
 
Das primeiras peças como profissional, participou aos 19 anos em "As Maminhas de Tirésias Nós" e "Apollinaire", no espaço Ginjal, em Cacilhas. Durante a Expo 98, participou no espectáculo "Peregrinação", que todos os dias desfilava pelo recinto.
 
Na televisão entrou nas séries "A Família Galaró" e "Chiquititas", em 2009 interpreta o papel de Leonor.
 
No cinema interpretou o papel da fadista Amália Rodrigues, em "Amália", do realizador Carlos Coelho da Silva, produzido por Manuel S. Fonseca na curta-metragem “Até ao fim”, e “Azac – camín sin sortida”, Curta-metragem para a Faculdade de Belas Artes de Barcelona, realizada por alunos finalistas. Em 2009 entrou no filme “Uma Aventura na Casa Assombrada”, personagem Bárbara, de Carlos Coelho da Silva, Valentim de Carvalho.
 
Recebeu o Globo de Ouro, atribuído pela SIC e Revista Caras, para melhor actriz de cinema, em 2009 Revista LUX – prémio melhor actriz de cinema e Prémio Amália Rodrigues – fundação Amália – distinção em cinema.

 

 


 

 

sÓNIA aRAÚJO

 

 

 

 

 

 

Sónia Araújo
Apresentadora

Sónia Araújo apresentadora de Televisão, nascida em Portugal. A sua formação foi na área do direito tendo-se licenciado na Universidade Lusíada do Porto. No entanto a sua paixão pela dança levou-a a procurar formação na Escola de Ballet Parnaso entre 1982-85 e frequentou também a Academia de Bailado Clássico Pirmin Treku em 1986.
 
Em 1993 tem a sua primeira experiência em televisão, no plateau do programa de Luís de Matos "Isto é Magia". Depois vieram experiências no "1,2,3", "Chuva de Estrelas", "Quem É O Quê", "Avós e Netos", entre outros.
 
Desde 1996 é um dos rostos mais conhecidos na "Praça da Alegria", programa diário que conduz ao lado de Jorge Gabriel.

 

 


 

 

Ricardo Pereira

 

 

 

 

 

 

Ricardo Pereira
Actor
 
Com um já vasto cv em televisão, teatro e cinema, Ricardo Pereira de 30 anos, iniciou a sua actividade profissional em 1996 com a participação em peças de teatro amador dos grupos de teatro do Liceu Camões e Colégio Académico em Lisboa.
 
O seu trabalho em Televisão divide-se entre séries, novelas e apresentação de programas. Começou em 2000 em “Bairro da Fonte” para a SIC, seguiram-se “Maiores de 20” e “Senhora das Águas” para a RTP, depois “Sonhos Traídos” para a TVI onde participou em mais 3 novelas: “Amanhecer”, “Saber Amar” e “Queridas Feras”. Nesta altura recebeu um convite para protagonizar “Como Uma Onda” para a Globo/Brasil para onde partiu e onde tem desenvolvido uma carreira. Depois de “Como Uma Onda” participou ainda em “Prova de Amor” para a Rede Record e posteriormente em “Pé na Jaca” novamente para a Globo. Fez ainda “Jura” para a SIC e “Floribella” também para a SIC, no Brasil gravou “Negocio da China” para a TV Globo e neste momento podemos vê-lo em “Perfeito Coração” na SIC e apresenta com Sofia Cerveira “Episódio Especial” para a SIC.
 
Em Cinema já participou em cerca de uma dezena de filmes, protagonizando “O Milagre Segundo Salomé” de Mário Barroso, “Viúva Rica Solteira não Fica” de José Fonseca e Costa e ainda “Sonhos e Desejos” realizado por Marcelo Santiago em Belo Horizonte/Brasil, “Amália” de Carlos Coelho da Silva e mais recentemente “Mistérios de Lisboa” realizado por Raoul Ruiz.
 
Em Teatro conta também com uma já vasta experiência, com destaque para “Menino ao Colo” uma encenação de Maria Emília Correia para o Teatro da Trindade, “A Real Caçada ao Sol” de Peter Shaffer no Teatro Nacional D Maria II ou “Ou Por Uma Noite” uma encenação de “António Pires” para o Teatro da Estefânia (Lisboa) e Teatro Rivoli (Porto). No Brasil participou em “Surto” no Teatro dos Quatro no Rio de Janeiro. Em 2008 foi protagonista da peça “A Gorda”, de Neil Labute no Teatro Villaret.
 
Site oficial:     www.ricardopereira.com.sapo.pt

 

 


 

 

Tereza Salgueiro

 

 

 

 

 

 

Tereza Salgueiro
Cantora
 
Tereza Salgueiro nasceu em Lisboa a 8 de Janeiro de 1969. Em 1986, com apenas 17 anos, integra o mais famoso grupo Português de Sempre no estrangeiro – Madredeus. Entre 1987 e 2007, gravou com o Madredeus mais doze discos premiados, sendo mais de cinco milhões vendidos em todo o mundo.
 
Em paralelo com a actividade do grupo, é editado um álbum em seu nome, “obrigado” (2006), reúne participações de vários artistas gravadas entre 1990 e 200. Grava dois álbuns em nome próprio, em que explora universos musicais diversos demonstrando a sua versatilidade enquanto intérpret: “Você e Eu” (2007) com o Septeto de João Cristal, gravado em S.Paulo um trabalho que interpreta temas da música brasileira, dos anos 30 a 70 do século vinte e “La Serena” (2007) com Lusitânia Ensemble, que se centra na interpretação de temas pertencentes a várias culturas.
 
A convite do compositor polaco Zbigniew Preisner participa como voz solista no álbum “Silence Night and Drams” (2007). Com este concerto, que teve a sua estreia no Teatro da Acrópole, em Atenas, subiu ao palco em várias cidades europeias.
 
A 30 de Junho de 2008 Tereza Salgueiro apresentou no Teatro de S. Carlo em Nápoles a convite do quarteto de cordas italiano – Solis String Quartet – para interpretar um conjunto de canções evocativas ao legado da Música Napolitana.
 
Já enquanto artista independente da estrutura com a qual trabalhou durante vinte e um anos, em Agosto de 2008, convida o violinista Jorge Varrecoso Gonçalves – director do Lusitância Ensemble – para escrever arranjos originais e o ano de 2009 vê nascer o projecto MATRIZ – um percurso pela obra de diferentes autores e compositores portugueses, do período medieval ao presente, procurando representar e celebrar a riqueza, diversidade e antiguidade da nossa cultura musical e poética.
 
Site oficial:     www.teresasalgueiro.pt

 

 


 

 

Fotografia de grupo dos embaixadores

 

 Ao convite dirigido pela Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social de serem Embaixadores do Ano Europeu, responderam positivamente, para além dos supra mencionados:
 

          - Maria Helena Nazaré (Reitora da Univ. Aveiro)

          - Salvador Mendes de Almeida
                     (Presidente da Associação Salvador)

 

Fotografia da Cerimónia de Abertura Oficial do Ano Europeu, a 6 de Fevereiro, na Fundação Calouste Gulbenklian, com os Embaixadores que estiveram presentes.